Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011

 

“Às vezes, as pessoas que julgamos conhecer melhor são estranhos por dentro.”

 

Tami Hoag in Águas Calmas


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publicado por Dreamfinder às 20:47
Quarta-feira, 10 de Novembro de 2010

 

“Sozinho. Esse era o caminho que ele escolhera depois do divórcio. Chamara-lhe liberdade e colara-se a ele, enganando-se a si próprio e pensando que era um homem feliz, independente, que não tinha de prestar contas a ninguém. Agora, sozinho, sentia a situação tal como ela era: um vazio, um vácuo, um buraco negro no qual o seu coração batia dias e noites, a um ritmo solitário.”

 

Tami Hoag in Águas Calmas


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publicado por Dreamfinder às 11:40
Segunda-feira, 03 de Maio de 2010

 

“Uma das coisas que mais lhe fazia falta do futebol era a sua simplicidade, a sua organização. O campo estava claramente definido, os limites eram absolutos, as regras inflexíveis e o inimigo instantaneamente reconhecível. Os objectivos eram precisos e atingidos com um rigor lógico. Porque não era a vida assim?”

 

Tami Hoag in Águas Calmas


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publicado por Dreamfinder às 11:25
Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

Infelizmente o tempo tem sido muito pouco para me dedicar à leitura, motivo pelo qual já não há sugestão há algum tempo. Porém, esta semana consegui ler este livro, que passo a recomendar:

 

Águas Calmas

Tami Hoag

(Círculo Leitores)

 

 

Elizabeth é uma mulher recém-chegada a Still Creek e mal vista pela população da cidade: já teve vários maridos e o divórcio do último, teve direito a artigos em todas as capas de revista, que só serviram para denegrir a imagem de Elizabeth.

Assim, esta nova vida que Elizabeth tanto procura, juntamente com o seu filho adolescente Trace, não vai ser nada fácil. A história começa exactamente com o assassínio de Jarold Jarvis, um importante empresário local, cujo corpo sem vida foi a própria Elizabeth que encontrou. Graças a ser uma testemunha e até mesmo suspeita neste caso, e ainda aos diversos problemas em que o filho se coloca, Elizabeth vai passar a vida a cruzar-se com o xerife. Do feitio difícil de ambos vai surgir uma inevitável atracção. Mas até que ponto os medos do passado os condicionarão? E em quê acreditar quando os assassínios se sucedem naquela pacata cidade?

Elizabeth não se vai contentar com o trabalho da polícia e vai querer ser ela a descobrir o verdadeiro assassínio e a publicá-lo na primeira página do jornal local que adquiriu. Porém, esta determinação só lhe vai trazer problemas. Alguém está disposto a tudo para a calar...

O livro tem também uma interessante descrição das comunidades amish, da sua forma de vida e das suas crenças, e de como são vistos pelos turistas como animais de estimação.

Tudo isto torna este livro interessante a cada página. Vale a pena ler.

 

“Repórteres. Céus! Enquanto formas de vida, classificava-os um pouco acima dos pedófilos. Fariam perguntas estúpidas e óbvias e ficariam à espera de respostas que ele não poderia dar. Andariam atrás dele como rafeiros furiosos, despudoradamente sujeitos a qualquer osso que ele lhes atirasse.”

 



publicado por Dreamfinder às 11:07
“Um leitor é sempre um estudante do mundo.” Deborah Smith
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